O que derrete
Consiste
Na inconsistência
Da essência
Diminuição
Do cio regular
Corrompe
A arte e os fatos
Os artefatos
Figuras
Figuram uma vontade
De beber a cidade
Num só gole
E depois de gole
gole gole
Um instante para perceber
O paladar
Ou para dar um gosto azedo
No céu da boca
Caído da boca
Da boca só dela
Enchendo de água
Meus dentes desalinhados
E me animo
Em meu ninho de palhas de aço
Durmo espetado
Numa vontade de acordar
Para dar bom dia
Despedir da noite vizinha
Que zumbiu nas escutas mais íntimas
Um desejo de estar nos bares para fumar
Minha alegria
No amarelo sorriso
A explosão de gargalhadas
Que o desenvolvimento amorteceu
Proibindo na garganta
Qualquer intenção sonora de felicidade
Rugindo palavras mortas
Animadas em dicionários
E verdades academecânicas
A campainha ainda toca em meus tímpanos
E a cada badalada de sinos
Abro as portas dos sentidos para prosear
Com meus botões.
Consiste
Na inconsistência
Da essência
Diminuição
Do cio regular
Corrompe
A arte e os fatos
Os artefatos
Figuras
Figuram uma vontade
De beber a cidade
Num só gole
E depois de gole
gole gole
Um instante para perceber
O paladar
Ou para dar um gosto azedo
No céu da boca
Caído da boca
Da boca só dela
Enchendo de água
Meus dentes desalinhados
E me animo
Em meu ninho de palhas de aço
Durmo espetado
Numa vontade de acordar
Para dar bom dia
Despedir da noite vizinha
Que zumbiu nas escutas mais íntimas
Um desejo de estar nos bares para fumar
Minha alegria
No amarelo sorriso
A explosão de gargalhadas
Que o desenvolvimento amorteceu
Proibindo na garganta
Qualquer intenção sonora de felicidade
Rugindo palavras mortas
Animadas em dicionários
E verdades academecânicas
A campainha ainda toca em meus tímpanos
E a cada badalada de sinos
Abro as portas dos sentidos para prosear
Com meus botões.

1 Comments:
Porrada!
Bjs
Thiago
Postar um comentário
<< Home