1.6.08

Pelo gosto
Do outro
Pelo dia
Adia um grito
Nó na garganta
E pescoço

Pelo lado
Oposto
De quem nunca
Teve espinho no pé

Nada de muito inesperado

Tudo é possível...

Não espero
Desespero.

1 Comments:

Blogger Unknown said...

tens o lírico desespero dos poetas que expõem a podridão e fazem tudo brilhar, tudo ao mesmo tempo agora!

Um abraço saudoso

Thiago

00:38  

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